Entre os 1950 expositores de 59 países espalhados pelos 145 mil metros quadrados de superfície de exposição da IDS é fácil encontrar empresas que divulgam as suas novidades através de iPhones conectados com LCD´s e que permitem dar a conhecer aos visitantes as mais recentes novidades que vão ser lançadas no mercado.
“Vir a esta feira a pensar que se vai vender para ter um retorno imediato é uma forma equivocada de estar na IDS. Aqui lançam-se produtos, passam-se mensagens e as empresas fazem contactos com pessoas dos quatro cantos do mundo. Fazendo uma analogia, é como estar no campeonato do mundo”, refere Ricardo Faria, da antiga Defcon, que no seguimento do rebranding à marca passou a denominar-se phibo. “Após o rebranding era preciso dar presença à nova marca e fazer os lançamentos dos novos produtos. Temos um novo implante, novas soluções em CAD-CAM e uma câmara intraoral, que se tem revelado um dos pontos de interesse do nosso stand”.
De destacar ainda a presença massificada de empresas asiáticas, nomeadamente do Japão e da China. “Há um boom importante na Ásia, talvez por ser uma economia emergente e por terem capacidade tecnológica. A presença deles aqui está muito massificada”, refere Ricardo Faria que destaca igualmente o número de assistentes inscritos este ano. “As inscrições de médicos e assistentes devem rondar os 50/50, uma proximidade que nunca se registou em anos anteriores. Também se nota que há claramente um peso dos laboratórios neste novo conceito de medicina dentária integrada”.


