Num encontro organizado pela Ordem dos Enfermeiros, em Lisboa, Manuel Teixeira, coordenador da Comissão para a Informatização Clínica, disse que “a plataforma sucede ao registo de saúde eletrónico e vai disponibilizar, primeiro aos profissionais e depois aos doentes, a informação clínica até agora depositada nas instituições de saúde”, avança o portal Rcmpharma.
Manuel Teixeira referiu ainda que a Comissão Nacional de Proteção de Dados está a acompanhar o trabalho de atualização e colocação de informação na plataforma, e que esta será “segura, protegida e auditada”.


