Segundo a edição online da RTP, Orlando Monteiro da Silva referiu que é “inadmissível” pretender que cada Ordem seja tutelada por um Ministério, como refere o texto aprovado na generalidade na Assembleia da República, antes de baixar à Comissão da Segurança Social e Trabalho, para eventuais alterações antes de voltar a ser votado em plenário. Outro aspeto que critica no documento é aquilo a que chama “judicialização” das ordens, com a proposta de que o Ministério Público possa iniciar processos disciplinares contra os membros daquelas organizações.
Tanto o CNOP, como cada uma das 14 ordens que o integram, caso dos médicos, advogados e arquitetos, entre outras, vão ser ouvidas na comissão parlamentar na próxima semana, onde poderão apresentar as suas propostas de alteração.


