Para chegar a este consenso foram necessários quase dez meses de negociações entre os médicos e o ministro Paulo Macedo, que teve de criar uma grelha salarial de 40 horas para a classe médica. O Jornal de Negócios recorda que houve cedência quer dos sindicatos, quer do Governo e que ambas as partes acabaram por concordar em começar a tabela (médico assistente) nos 2 746 euros, quase mais 900 euros que aquilo que ganha um médico em início de carreira em 35 horas semanais.
O Ministério da Saúde foi questionado pelo Jornal de Negócios e informou que vão ser aumentados 2200 médicos com contrato individual de trabalho (CIT), cerca de 12% do total de médicos no ativo, sem contar com os 6 mil internos.


