O principal motivo que levou a Medbone, Denteduco, Evotuga, Prototipopadrão e Bastos Viegas a marcar presença na IDS foi a perspetiva da internacionalização para outros mercados. No caso da Denteduco, Evotuga, Prototipopadrão, foi mesmo a estreia em exposição, sendo que os três representantes portugueses partilharam no mesmo stand soluções de Ortodontia, Equipamentos e Fabrico, Desenvolvimento, Assistência Técnica, Reparação e Manutenção de Máquinas, Equipamento e Consumíveis Industriais e Laboratoriais.
No geral, o destaque da 35ª edição foi para a tecnologia laser e, como já vem sendo tendência nos últimos anos, para o CAD CAM. Apesar de ainda não existir um laser universal indicado para todas as situações em matéria de saúde oral, o futuro passa indiscutivelmente por aqui e na edição deste ano da IDS foi possível encontrar a resposta a algumas dúvidas, como por exemplo ‘qual a necessidade de utilizar o laser na prática clínica diária’ ou ‘como é que esta nova tecnologia pode ter aplicação prática na minha especialidade’. Por exemplo, o CO2 laser abre a porta a novas possibilidades nas cirurgias de tecidos moles. Já o YAG laser está indicado para a remoção de cáries ou para procedimentos cirúrgicos. O laser tem ainda a vantagem de reduzir ao mínimo os ruídos durante o tratamento, o que permite aumentar o nível de conforto para o paciente.
E tendo em conta que se podem encontrar 15 milhões de implantes nas bocas alemãs, com 800 mil a serem realizados todos os anos, é fácil de perceber que outro dos destaques da IDS foi a área da implantologia. Abutments individuais ou softwares específicos para implantes guiados fazem parte das novas tendências, que são muitas e diversas.
Leia a reportagem na próxima edição da SAÚDE ORAL.


