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Como respondem as crianças aos sedativos?

Governo pede a PGR esclarecimentos sobre tratamento dentário de crianças

Uma anestesia bem-sucedida em medicina dentária não termina mal que o paciente sai da clínica. As crianças, em particular, são sensíveis aos sedativos e à medida que aumenta a percentagem de crianças com cáries, a necessidade de usar sedativos vai manter-se.

Um grupo de investigadores do departamento de medicina dentária pediátrica da Universidade Estadual do Louisiana reparou que existe escassez de informação sobre a forma como as crianças reagem às anestesias depois de abandonarem as clínicas onde realizaram os procedimentos. Num estudo publicado na Anesthesia Progress, os investigadores compararam os efeitos nas crianças medicadas como meperidine e hydroxyzine com os efeitos registados nas crianças medicadas como midazolam oito horas e 24 horas após a sedação.

“Dormir no carro na viagem de regresso a casa foi um comportamento observado em metade das crianças estudadas”, refere Priyanshi Ritwik, uma das responsáveis pelo estudo. “Isto tem um risco de obstrução respiratória”.

Os investigadores também observaram diferentes reações nos sedativos comparados. “Vomitar foi observado em crianças sedadas com meperidine e hydroxyzine, mas não nas crianças sedadas com midazolam. A sonolência prolongada em casa foi mais alta nas crianças sedadas com meperidine e hydroxyzine.” A maior parte dos efeitos adversos ocorreram nas primeiras oito horas, apesar de alguns demorarem 24 horas a manifestar-se.

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