Ainda no que toca aos implantes, é importante ter em consideração “o tipo de conexão e de pilar, sendo que a tendência é trabalhar com plataformas tipo switch”.
Já no relativo aos fatores de risco, nos casos de carga imediata, “estão relacionados com o biótipo tecidual, o posicionamento da margem gengival, a anatomia do defeito ósseo vestibular e com a disponibilidade remanescente tanto do osso palatino como apical”.
O evento, que contou com a presença de 200 profissionais, acabou por ser o arranque oficial da Conexão no nosso país. De acordo com o seu presidente Rodolfo Candia, “apesar de estamos há dois anos em Portugal, estamos somente agora a oficializar a nossa presença, pois antes quisemos obter a certificação que as indústrias de saúde têm de ter e estar de acordo com as normas da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (INFARMED)”. Ao todo, “já investimos 700 mil euros em Portugal”, revelou.
Nota: Ler a reportagem completa na edição de Julho/Agosto da SAÚDE ORAL


