Paulo Macedo anunciou que em janeiro de 2014 arranca um programa de diagnóstico precoce que envolve médicos de família e dentistas. Para ser colocado em prática, explicou Rui Calado, coordenador do Programa Nacional de Saúde Oral, falta terminar o sistema de informação que vai cruzar os dados de dentistas e médicos de família.
No programa de diagnóstico precoce participarão cerca de 1300 médicos de família e 3000 dentistas. O objetivo é que lesões suspeitas na boca dos doentes sejam detetadas antecipadamente. O ministério da Saúde estima que sejam feitas 5000 biópsias por ano.


