A investigação incluiu 90 crianças com uma média de idades de cinco anos e meio que estavam expostas com regularidade a fumo de tabaco e 90 crianças que não estavam expostas a tabaco. Os cientistas analisaram os níveis de cotinina salivar, um biomarcador que indica a exposição ao fumo de tabaco e os níveis de desenvolvimento oral usando radiografias.
O estudo conclui que as crianças que eram fumadoras passivas tinham um desenvolvimento dentário mais atrasado que as crianças do outro grupo e que esse atraso depende da quantidade de fumo a que estão expostas.
O estudo intitulado “Association of passive smoking with dental development in young children” foi publicado na revista científica European Journal of Paediatric Dentistry.


