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Sobreviventes de cancro oral mais afetados pelo desemprego

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Um estudo recentemente publicado revela que os sobreviventes de cancro oral e do pescoço têm menos qualidade de vida e são mais afetados pelo desemprego que aqueles que nunca sofreram da doença. 

O estudo conduzido junto de sobreviventes da doença revela que apenas um em cada três manteve o emprego cinco anos depois do diagnóstico.

Os efeitos secundários dos tratamentos foram apontados como a principal razão para o desemprego. Além disso, os sobreviventes de cancro oral desempregados manifestaram um bem-estar social muito baixo e taxas de depressão muito elevadas.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 400 mil novos casos de cancro da boca e cavidade oral e da faringe foram diagnosticados em todo o mundo em 2008.

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