A investigação, que analisou cerca de 440 mil pessoas, concluiu que os pacientes que tomaram ácido valpróico tinham menos 34% de probabilidade de vir a sofrer de cancro oral, do pescoço ou da cabeça do que os pacientes que não tomavam medicação.
De acordo com Johann Christoph Brandes, responsável pelo estudo, esta redução pode resultar na prevenção de cerca de 16 mil novos casos de cancro e de 3000 a 4000 mortes por ano nos Estados Unidos da América.
“O cancro da cabeça e do pescoço é uma importante crise de saúde mundial e estratégias de prevenção de baixo custo e de baixa toxicidade, como os medicamentos com ácido valpróico, podem ter um grande impacto na redução da dor, dos custos e da mortalidade associada à doença”, refere o cientista.


