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Ébola: CDC e DGS divulgam diretrizes para médicos dentistas

Ébola: CDC e DGS divulgam diretrizes para médicos dentistas

O Centro de Controlo e de Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos da América e a Direção-Geral de Saúde (DGS) publicaram recentemente um conjunto de diretrizes para médicos dentistas sobre o vírus do ébola.

De acordo com as duas organizações, “uma pessoa infetada com ébola não é considerada contagiosa até que os sintomas apreçam. Devido à natureza virulenta da doença é altamente improvável que alguém com sintomas do ébola procure o médico dentista para realizar tratamentos dentários, quando está gravemente doente.”

No entanto, de acordo com o Centro de Controlo e de Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, os médicos dentistas devem solicitar o historial médico, bem como o historial de viagens dos doentes com sintomas que levem a suspeitar de infeção viral.

Os sintomas mais comuns de uma infeção com Ébola são febre superior a 38,6ºC, fortes dores de cabeça, dores musculares, vómitos, diarreia, dores abdominais, sangramento sem causas e hematomas.

“Recomenda-se que, perante estes sintomas e suspeitas de Ébola, não sejam efetuados tratamentos dentários. Se um doente se sentir febril e tiver viajado recentemente para países afetados pelo vírus do Ébola, o médico dentista e restantes colaboradores, no caso de contacto com o doente, deverão utilizar equipamento específico de proteção individual (EPI)”, refere a DGS.

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