A equipa reunida para investigar o caso dividiu 87 revistas em três pilhas e colocou na sala de espera de uma clínica em Auckland. Os títulos incluíam revistas generalistas como a Time, Economist, Australian Women’s Weekly, National Geographic e BBC History, e de ‘fofocas’, definidas como aquelas que têm cinco ou mais fotos de celebridades na capa.
Das 82 revistas com data na capa, 47 tinham menos de dois meses e as outras entre três a 12 meses. Depois de 31 dias, 41 revistas desapareceram, sobretudo as novas. Os títulos de fofoca tiveram 14 vezes mais probabilidade de desparecer do que os de temáticas mais ‘sérias’. De 19 revistas que não eram de fofoca (quatro exemplares da Time e 15 da Economist), nenhuma havia desaparecido. Das 27 de fofoca, sobrou apenas uma. Os títulos que desapareceram eram, também, significativamente mais baratos que os que permaneceram na sala.


