Abie Mendelsohn, cientista responsável pela inovação, explica que esta nova abordagem permitirá salvar pacientes que até aqui tinham poucas hipóteses de serem tratados. “Esta é uma bordagem revolucionária que usa tecnologia extremamente avançada que permite chegar a áreas muito profundas da cabeça e do pescoço. Os pacientes podem agora ser tratados e continuar a viver uma vida normal e saudável em apenas alguns dias depois do procedimento, sem efeitos secundários”, refere.
As técnicas cirúrgicas usadas atualmente requerem incisões externas no pescoço do paciente e muitas vezes têm que ser complementadas com quimioterapia e radioterapia, levando a complicações para o paciente.
A técnica agora aprovada pela FDA, autoridade que regula a alimentação e os fármacos nos EUA, deverá chegar brevemente ao mercado.


