O procedimento foi realizado num homem com 53 anos diagnosticado com periodontite agressiva generalizada. O procedimento inovador foi considerado a melhor opção para preservar a dentição do paciente.
Os responsáveis pelo procedimento revelaram agora que o local do implante se manteve intacto durante 12 meses, sem qualquer sinal de inflamação crónica. No entanto, ao 13º mês o tecido dentário ficou exposto.
Apesar de não ter sido bem-sucedido, os dentistas e engenheiros biomédicos responsáveis pela inovação acreditam que o procedimento e a utilização de biomateriais impressos em 3D pode levar a grandes avanços na medicina regenerativa e a tratamentos mais personalizados.


