O estudo agora publicado examinou 200 pacientes que já sofreram de cancro oral e mostra que 5% dos que sobreviveram à doença previamente estão em risco de desenvolver um novo cancro todos os anos.
De acordo com os cientistas responsáveis pelo estudo, aqueles com uma má saúde oral têm mais probabilidades de voltar a sofrer de cancro oral. Além disso, a investigação conseguiu concluir que um grau de abertura da boca reduzido é um fator chave para prever a recorrência da doença.
Já um estudo realizado na Universidade de Johns Hopkins, nos EUA, indica que um teste de triagem de sangue e saliva pode ser a forma mais eficaz e rápida para detetar cancros orais.
Publicado na revista científica Science Translational Medicine, o estudo revela que “o ADN do tumor no sangue ou saliva pode ser medido com êxito nesses tipos de cancro.”
O cancro de cabeça e pescoço inclui os tumores malignos que ocorrem na cavidade oral, faringe e laringe.


