A Sociedade Portuguesa de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial (SPDOF) associou-se ao Serviço de Cirurgia Maxilo-Facial do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra para organizar o 1º Congresso de Abordagem Multidisciplinar de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial. O evento contou com mais de 550 profissionais e já tem data marcada para regressar numa segunda edição.
De acordo com a organização, “uma vez que a Dor Orofacial representa uma patologia desafiante para os profissionais de saúde, este congresso abrangeu um grupo multidisciplinar de profissionais, nomeadamente Médicos Dentistas, Médicos de Clínica Geral e Familiar, Estomatologistas, Cirurgiões Maxilo-Faciais, Otorrinolaringologistas, Fisioterapeutas, Terapeutas da Fala e Psicólogos. Além das 550 inscrições superadas conseguiram-se seis patrocínios científicos das mais variadas entidades científicas nacionais e internacionais, dos mais variados campos da Medicina que validaram a qualidade deste evento; 13 expositores; oito conferencistas internacionais e 26 conferencistas nacionais.”
Assim, a organização decidiu avançar para uma segunda edição que, desta feita, se realiza a 18 e 19 de março, em Lisboa, e que já tem uma meta traçada: “ultrapassar o número de conferencistas (550 no 1º congresso), patrocinadores e casas comerciais”.
De acordo com a organização, o 2º Congresso de Abordagem Multidisciplinar de Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial terá como objetivo “debater questões do futuro da Dor Orofacial e da Disfunção Temporomandibular, tendo como principal preocupação transformar a temática da Dor Orofacial em algo menos complexo e numa abrangência mais prática, aliada à excelência da qualidade científica.”
“Nesta 2ª edição contamos com um programa intensivo de dois dias, com dois auditórios diferentes, de modo a introduzir mais especialidades, característico da multidisciplinaridade da área. Iremos contar com palestras de investigação tendo sempre como foco todos os últimos avanços em áreas como Traumatologia, Psicologia e Stress Infantil, Ortodontia intercetiva, Patologia do Sono, Mediação e controlo de Dor, Farmacologia entre tantas outras áreas de absoluta inovação em Dor Orofacial”, refere ainda a organização.


