Ainda segundo a especialista, o AH “acelera o processo de cicatrização” e é “extremamente seguro, dado que não tem efeitos secundários”.
O programa do congresso abordou várias temáticas em várias áreas da medicina dentária, como as patologias da cavidade oral, ortodontia em doentes periodontalmente comprometidos ou reabilitação oral com implantes dentários. “Ao abrangermos diversas áreas conseguimos que os higienistas orais fiquem com uma noção de como poderão complementar a ação do médico dentista”, declarou André Moreira, vice-presidente do CAEC, acrescentando que “foi um congresso muito prático”.
Filipe Freitas, presidente do CAEC, explicou que “a longevidade das reabilitações só podem ser asseguradas se houver uma correta higiene oral” e, neste sentido, o higienista oral desempenha “um papel extremamente importante na motivação do doente”.
Nota: Ler a reportagem completa na edição de Julho/Agosto da SAÚDE ORAL