A condição afeta cerca de 2% da população mundial e é caracterizada por causar manchas vermelhas na língua, que fazem com que a língua se assemelhe a um mapa e, no entanto, ainda não tem causas aparentes.
No estudo agora divulgado, os cientistas explicam que analisaram vários casos da patologia e criaram uma nova forma de identificar a severidade dos casos. “Esperamos que estas conclusões ajudem os médicos dentistas a determinar a severidade da doença através dos padrões observados”, refere Gabriel Seiden, autor principal do estudo.
Os resultados mostram ainda que a doença pode espalhar-se de duas formas diferentes, cada uma das quais com características que podem ajudar a determinar a severidade do diagnóstico.
A doença começa, habitualmente, com pequenos pontos na língua, mas pode continuar a espalhar-se gradualmente em padrões circulares até que toda a língua esteja coberta. Depois de afetada, a língua cura-se sozinha. Por outro lado, se se espalhar em espirais, a doença permanece na língua por mais tempo, segundo os cientistas.
O estudo “The tongue as an excitable medium” pode ser lido na revista científica New Journal of Physics. [1]