Esta recomendação substitui o valor em vigor desde os anos 60 do século XX, 1,2 miligramas por cada litro de água, e resulta de um estudo iniciado em 2010 e que contou com um painel de cientistas que estudaram os efeitos do flúor na água.
De acordo com o Governo norte-americano, a mudança do nível foi recomendada porque “os norte-americanos têm, atualmente, acesso a mais fontes de flúor, como nas pastas dentífricas.”
Contudo, “apesar de hoje existirem fontes adicionais de flúor, a água deve continuar a conter flúor. O flúor na rede pública de água continua a reduzir as cáries dentárias em crianças e adultos”, explica o Departamento de Saúde dos EUA.
Segundo dados do Governo dos EUA, a presença de flúor na rede pública de água do país levou a uma redução significativa quer da prevalência de cáries dentárias na população, como da severidade da doença.