Segundo dados oficiais do Ministério da Saúde, citados pelo portal Sapo, são já 337 os médicos reformados ou em pré-reforma que decidiram manter-se em funções no SOS desde 2010. Este regresso é feito através de um diploma criado pelo anterior Governo para tentar conter a saída de médicos em reforma e pré-reforma. Esta legislação permite aos médicos aposentados voltar a exercer funções públicas ou a prestar trabalho remunerado em estabelecimentos do SNS.
Contudo este processo proíbe os médicos aposentados de exercerem funções em serviços públicos através de contratos celebrados como prestação de serviço.


