De acordo com a UNAM, este novo material levou sete anos a desenvolver e está à espera da atribuição da patente, tendo já uma empresa interessada na aquisição e no lançamento comercial do produto.
Eira López, responsável pelo projeto, criou este adesivo a partir de moléculas de Trimetilolpropano Trimetacrilato (TMPTMA) e refere que poderá ter aplicações em várias áreas da odontologia, como na restauração.
O TMPTMA já é utilizado noutras indústrias, como no fabrico de ecrãs de televisão e computador, e é biocompatível, o que, segundo a investigadora responsável pelo adesivo, significa que não é tóxico para o ser humano nem é cancerígeno.