De acordo com o autor do estudo, James McNamara, “conseguimos detetar o Staphylococcus de uma forma mais rápida que os métodos atuais. Este novo método baseia-se no ajuste de uma tecnologia antiga, o qual permitiu obter uma sonda mais específica e de maior durabilidade”. Este microrganismo é considerado problemático porque a sua presença só pode ser detetada através da realização de uma biópsia cujos resultados demoram alguns dias a serem obtidos.
Mas a sonda agora criada possui numa das extremidades uma molécula que emite luz em determinadas condições e na outra extremidade tem outra molécula que bloqueia a luz. Segundo os investigadores, um tipo de enzimas produzidas pela bactéria, as nucleases, clivam a sonda separando a molécula emissora de luz da que a bloqueia. Assim, com os equipamentos adequados os médicos podem visualizar a molécula emissora de luz e detetar a sua presença.
A sonda já foi testada em ratos e em soro humano e funcionou.