Para chegar a esta conclusão, um grupo de cientistas dos EUA e do Reino Unido usou um sistema modelo que imitava a cavidade oral e que lhes permitiu deixar crescer várias espécies bacterianas frequentemente encontradas na placa bacteriana dentária. Este sistema foi injetado com várias concentrações de L-arginina durante 22 horas.
Após as injeções, os cientistas observaram que a arquitetura da placa bacteriana mudou substancialmente. Segundo os investigadores, “a L-arginina pareceu destabilizar a placa bacteriana e sugeriu que o aminoácido inibiu o crescimento das bactérias.”
O estudo, intitulado “L-Arginine Destabilizes Oral Multi-Species Biofilm Communities Developed in Human Saliva”, já está disponível para leitura na revista científica Plos One.


