O princípio da descoberta, que o especialista em sangue pretende comercializar dentro de meses, baseia-se no facto de as células cancerígenas permanecem à superfície ao passar por um filtro, podendo assim ser analisadas com mais facilidade e a um custo mais baixo do que uma biópsia.
O hematologista responsável pela inovação, Ivon Cayre, revela também que pelo menos 60% das biópsias podiam ser substituídas por uma simples amostra de sangue, exceto quando as células tumorais forem raras, o que obriga a fazer biópsia.
A Biocare Cell, estrutura formada para lançar e comercializar o projeto, diz que a inovação deve chegar ao mercado dentro de cinco ou seis meses.


