Os investigadores da Universidade de Leicester examinaram as mudanças químicas nos dentes, no fémur e nas costelas do monarca, partes do corpo que se desenvolvem em diferentes estágios da vida.
De acordo com os cientistas, a análise à dentição do rei confirmou que este se mudou do Castelo de Fotheringay quando tinha sete anos. Os dados sugerem que durante esse período, o rei vivia numa área mais chuvosa, rochosa e onde já teria uma alimentação diferente aquela que teria tido no seu local de nascença, Northamptonshire.
Além disso, uma análise ao fémur permitiu verificar que cerca de 15 anos antes de morrer, aquele rei inglês voltou a ir viver para a zona de Fotheringay, onde já teria uma dieta típica da alta aristocracia.
Os resultados mostram, por fim, que cerca de cinco a dois anos antes da sua morte, o rei teria uma alimentação rica em peixe fresco, aves e vinho.