A entrada dos dentistas nos centros de saúde [1] passou a ser uma realidade [2]. Uma medida fundamental na opinião do bastonário Orlando Monteiro da Silva [3] e são cada vez mais os centros de saúde [4]a disponibilizar consultas. Ainda assim há quem considere esta uma medida meramente política [5].
O ano começou com a tomada de posse da nova direção da OMD [6] e da SPEMD [7].
A utilização das amálgamas dentárias [8] também esteve no centro das atenções, mas a sua proibição ficou adiada para 2020. [9]
A questão do IVA nos implantes dentários [10] também deu que falar, assim como a fusão [11] das faculdades no Porto e a investigação [12]à FMDUP.
O excesso de médicos dentistas [13] também esteve em discussão, com os jovens dentistas [14] a alertarem para o problema. Portugal também recebeu o congresso europeu de jovens médicos dentistas. [15]
O mundo assistiu ainda ao referendo britânico sobre a permanência ou não na União Europeia e muito se falou no Brexit [16] e nas implicações para os médicos dentistas portugueses a trabalhar no Reino Unido [17], bem como nas implicações para o mercado dentário. [18]
2016 foi ainda o ano em que se falou do Código Deontológico Europeu [19], em que António Vasconcelos Tavares recebeu o título de Professor Emérito da UL [20] e em que o grupo O Meu Dentista pediu insolvência. [21]