Os dois estudos foram apresentados no encontro anual da Sociedade Europeia Respiratória, em Viena (Áustria), de acordo com o portal Veja. Num dos trabalhos, os cientistas da Universidade de Barcelona induziram ratos de laboratório a desenvolverem o melanoma, tipo de cancro de pele. As conclusões apontam para uma maior disseminação dos tumores (metástase) nos animais que tiveram a respiração interrompida, comparativamente com os ratos que respiravam normalmente durante o sono.
Já a investigação feita no Hospital Universitário La Fe, em Valência, mostra que as pessoas que sofrem de apneia do sono e que passem pelo menos 14% do tempo, enquanto dormem, com baixos níveis de oxigénio, apresentam o dobro de risco de morrerem por cancro. Esta associação é maior em indivíduos do sexo masculino e pacientes mais jovens.


