Maria José Sanchez, diretora da Expodental, faz uma antevisão do que podemos esperar da feira que se realiza de 15 a 17 de março de 2018.
Quais são os objetivos da organização para a edição de 2018 da Expodental?
Tal como nas outras edições, o propósito da Expodental é converter-se num ponto de encontro da indústria dentária que contribua para dinamizar o setor e gerar oportunidades de negócio para empresas e profissionais. Trata-se, além disso, de um dos grandes escaparates internacionais do setor dentário e, neste sentido, o nosso objetivo é reunir em torno da feira uma oferta totalmente representativa das inovações tecnológicas em maquinaria, implantes, próteses, equipamentos dentários, etc., que caracteriza o importante avanço deste sector, bem como aumentar o número de profissionais, nacionais e internacionais, que a cada dois anos visitam o Salão.
A edição de 2016 contou com o maior número de empresas expositoras e de visitantes. Esperam superar estes números? De que forma?
Neste momento, o objetivo de participação foi superado e podemos avançar que contaremos com a presença de mais de 300 empresas. A feira também cresceu em ocupação, com uma superfície de exposição que rondará os 22.000 m2, o que representa mais 3.000 m2 do que na passada edição.
Relativamente aos visitantes, o bom momento do setor e a ampla oferta que a feira vai apresentar são excelentes argumentos para prever uma presença de profissionais acima dos 30.364 visitantes recebidos na passada edição.
O mercado está em recuperação. Esperam que isto possa ajudar a ter mais empresas na área de exposição?
Sim. As feiras são, de facto, um reflexo da situação do mercado a que há que somar, no caso da Expodental, a confiança e o forte apoio das empresas e do conjunto do setor como fatores chave do seu êxito e do seu crescimento.
Vão ter uma área dedicada à formação e ao Speakers’Corner. Foram duas apostas bem-sucedidas na edição anterior?
De facto são dois espaços que consideramos de grande importância e que tiveram uma grande aceitação. Por um lado, o desenvolvimento tecnológico e de produtos de aplicação no âmbito da saúde bucodentária torna cada vez mais necessária a formação continuada dos profissionais, e a área de formação oferece um espaço de referência e informação qualificada sobre a oferta académica atual.
Por outro lado, as diferentes apresentações agrupadas nos Speaker´s Corner permitem aos participantes conhecer informação ao pormenor sobre produtos, tecnologias e tratamentos de vanguarda.
Quais são as principais especialidades que vão estar representadas na Expodental? Haverá destaque para alguma especialidade?
A Expodental vai contar novamente com a forte presença de todas as especialidades e vai apresentar inovações em equipamento, instrumentos, implantologia e ortodontia, além dos serviços destinados a clínicas como, entre outros, a recolha de resíduos, software, mobiliário e arquitetura para clínicas, marketing, etc. Todas têm o mesmo protagonismo, complementam-se e formam um conjunto de propostas que permitem ao visitante obter uma visão global do setor dentário, e esse é o nosso objetivo.
Este ano, a Comunidade Autónoma convidada são as Canárias. Porquê esta opção?
Trata-se de uma iniciativa orientada para incentivar a presença de profissionais de determinadas regiões ou países, como foi no ano passado Portugal, porque são pontos de especial interesse para o setor. Para tal, a organização da Expodental oferece-lhes uma série de vantagens e facilidades para visitar a feira.
Neste caso concreto estamos a trabalhar em colaboração com as Ordens profissionais das duas províncias das Canárias, e vamos coordenar um programa de compradores nas Canárias. Por outro lado também vamos dirigir-nos aos profissionais de todas as regiões espanholas e internacionais, com campanhas de promoção em diferentes mercados, especialmente em Portugal.
Quais são os seus principais objetivos como diretora da Expodental?
O nosso objetivo é a satisfação das empresas participantes e dos visitantes e, neste sentido, acreditamos que a Expodental cumprirá as expectativas de ambos, contribuindo para o impulso da sua atividade.
- Equipamento e mobiliário clínico
- Equipamento e mobiliário de próteses
- Consumo e instrumental de clínica
- Consumo e instrumental de próteses
- Implantologia
- Ortodontia
- Serviços e informática
- Formação


