Para a presidente da direção da Associação das Farmácias de Portugal, Helena Castro Machado, “esta medida vem ao encontro das preocupações manifestadas no início deste mês pela AFP, alicerçadas no entendimento de que a atividade das farmácias não pode ser arbitrariamente condicionada naquilo que é o cerne da sua sustentabilidade”. Acrescentou que “este acordo é bom para o Serviço Nacional de Saúde porque introduz regra e esclarecimento no mercado. É bom para os utentes, no sentido em que alivia a forte pressão que tem vindo a ser exercida sobre o serviço público que as farmácias asseguram”.
A medida fora combinada entre a APIFARMA e os ministérios da Saúde, Finanças e Economia.