Em declarações à Saúde Oral, o responsável afirma que «sou bastonário em exercício, não candidato. Muito menos me encontro em campanha. Mas naturalmente, já o afirmei, estarei disponível para dar continuidade aos projectos da Ordem». E revela que «um conjunto alargado de colegas – a maioria deles nem estão ligados à direcção da OMD – têm-me referenciado como a pessoa mais indicada para continuar a dirigir os destinos da Ordem». E as razões para esta nova candidatura poderão estar na necessidade de «não criar rupturas e quebras no tratamento de dossiers e assuntos que não se coadunam com amadorismos».
O já candidato Fernando Guerra, da lista concorrente “Uma Ordem Por Todos”, afirmou no seu discurso que recusa «que a Ordem seja uma mera entidade organizadora de eventos», renunciando «aos despesismos incompreendidos pelos colegas», e que «é essencial a transparência na discussão dos assuntos relevantes (…) demasiado importantes para serem deixados ao livre arbítrio de protagonistas isolados». Orlando Monteiro da Silva não comenta estas afirmações, revelando que «essas considerações, não foram, infelizmente manifestadas nos órgãos próprios da Ordem. Esses são os locais adequados para, nesta fase, manifestar possíveis discordâncias».
E continua: «o prazo de apresentação de candidaturas termina no início de Outubro do corrente ano. Só a partir daí, até Dezembro, se desenrola a campanha eleitoral. A mais de 5 meses deste prazo é natural que venham a surgir mais candidaturas à Ordem. As diferentes candidaturas permitirão uma melhor discussão e vivacidade dos assuntos profissionais».
Mais informações na edição número 66 da Saúde Oral.