O estudo norte-americano descobriu que mesmo nos níveis habitualmente encontrados no sangue, o bisfenol A pode aumentar a proliferação de células cancerígenas inflamatórias do cancro da mama, uma variante rara e bastante agressiva desta doença que é muito difícil de tratar.
“Estas descobertas providenciam uma base para estudos adicionais para desenvolver ferramentas que possam ser usadas para identificar os pacientes que podem ser mais propensos a resistir aos tratamentos”, referem os autores do estudo.