Criado nos Estados Unidos da América, o iKnife usa uma corrente elétrica que liberta uma porção de vapor. Analisando o vapor libertado, o instrumento é capaz de apurar se o tecido cortado é cancerígeno ou não.
Os testes realizados em 91 pacientes revelaram que o “diagnóstico do iKnife é particularmente preciso” e “suficientemente confiável para um uso generalizado na sala de operações”, de acordo com o estudo, que foi publicado na Science Translational Medicines.
Com uma margem de três segundos, o cirurgião é informado da natureza do tecido graças ao espectrómetro de massa do iKnife. Isto surge em oposição à técnica atual, que é “cara e muitas vezes insuficiente”, além de levar 20 a 30 minutos para obter resultados, sublinharam os investigadores húngaros e britânicos que participaram no estudo.