Segundo a cientista responsável pela inovação, Paula Melo, em declarações à imprensa, a técnica “é muito menos invasiva e mais rápida” do que os métodos utilizados atualmente. “Além da rapidez não é necessário pessoal técnico para processar a amostra”, revelou.
A solução já está a ser avaliada pelo Infarmed, devendo passar a ser comercializada em breve.


