O Estado foi lesado em mais de quatro milhões de euros só neste primeiro caso da operação Remédio Santo, realizada pela Polícia Judiciária a 25 de junho e a 18 de dezembro do ano passado, após um alerta da Unidade de Informação de Exploração do Centro de Conferência de Faturas do Ministério da Saúde, instalada na Maia.
Neste primeiro processo agora concluído, foram acusados 18 arguidos, estando dois em prisão preventiva e sete em casa, com pulseira eletrónica. 16 dos arguidos são acusados de crimes de associação criminosa, falsificação de documentos e burla qualificada. O Ministério Público pede que sejam igualmente condenados a indemnizar o Estado em quatro milhões de euros, o valor que documentalmente se apurou para os prejuízos causados.


