Durante a sessão ficou “clara a importância de iniciativas deste género e da necessidade de continuar a investir em ações de formação e de sensibilização”, visto que o tratamento do cancro é dispendioso e nem sempre certo, esclarece a Mundo a Sorrir em comunicado. A mesma ideia foi expressa pelo reitor da daquela universidade, Salvato Trigo, que, além de sublinhar a importância deste tipo de projetos, revelou que “é preferível investir em saúde do que gastar em doença”.
O projeto, cujo objetivo era desenvolver iniciativas e campanhas de sensibilização junto da população residente no grande Porto, incluiu 40 ações realizadas em 20 Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Para o presidente da Mundo a Sorrir, Miguel Pavão, “a ideia é continuar com a sensibilização e prevenção para o cancro oral, mobilizar esforços para que novas iniciativas surjam e ganhem maior amplitude e expressão”.
Este projeto da organização Mundo a Sorrir foi cofinanciado pelo Alto-Comissariado da Saúde e desenvolvido em parceria com a Universidade Fernando Pessoa e o Instituto Português de Oncologia do Porto.


