Os cientistas da Universidade de Saint Louis e do National Institutes of Health (NIH), nos EUA, descobriram que é possível ativar no cérebro e na espinal medula um recetor que atua sobre a dor crónica em roedores do sexo feminino e masculino.
De acordo com a equipa, “a ativação do recetor em causa, o A3, quer seja através do seu estimulante químico natural (uma pequena molécula chamada adenosina) ou de fármacos sintéticos moleculares desenvolvidos no NIH, é capaz de prevenir ou reverter a dor que progrida lentamente a partir de danos no sistema nervoso sem causar dependência, como os opióides, ou tolerância aos analgésicos, o que os torna ineficazes.”


