O estudo, que envolveu cerca de 120 pessoas não-fumadoras com idades entre os 11 e os 76 anos e que sofriam de periodontite, descobriu que os genes dos tecidos afetados podem ajudar a desenvolver uma classificação alternativa para a periodontite.
Através da análise da expressão do genoma no tecido gengival dos participantes do estudo, os investigadores descobriram que os analisados se podiam dividir em dois grupos. Um dos grupos tinha uma forma “mais extensiva” da doença e era constituído sobretudo por homens, demonstrando aquilo que já se sabia acerca da doença: os tipos mais severos de periodontite afetam sobretudo os homens.
No futuro, os cientistas esperam conduzir um novo estudo que valide esta nova forma de classificar os tipos de periodontite.