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Cientistas dos EUA demonstram que existe relação entre etnia e estado dos dentes

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Um estudo publicado recentemente nos Estados Unidos da América revela que a saúde oral das populações de latinos e hispânicos existentes no país varia significativamente e que o número de cáries dentárias e de dentes em falta varia consoante a etnia.

Os investigadores descobriram que cerca de 30% dos inquiridos tinham uma ou mais superfícies deterioradas. A prevalência variou de cerca de 20,2% nos dominicanos para 35,5% em pessoas provenientes da América Central.

Para além disso, a maioria dos hispânicos e latinos dos EUA já receberam tratamentos de restauração. Cerca de 49% dos inquiridos reportou ter visitado um dentista no último ano, com os dominicanos e porto-riquenhos na frente, com mais visitas às clínicas dentárias.

O estudo revela também que 57% dos participantes tem pelo menos um dente em falta. A prevalência de dentes em falta variou entre 49,8% e 63,8%, com as maiores taxas verificadas nas pessoas de Cuba, República Dominicana, América Central e América do Sul.

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