Os cientistas descobriram que a proteína SIRT3, da classe das sirtuínas, desempenha um papel fundamental ao ajudar estas células-mãe a lidar com o stress.
Os investigadores colocaram esta proteína nas células dos ratos velhos, estimulando a formação de novas células de sangue e conduzindo a uma reversão da deterioração, relacionada com a idade, na sua função.
Esta experiência pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos para doenças degenerativas associadas ao envelhecimento.