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Cientistas portugueses querem fazer próteses das espinhas de bacalhau

Cientistas portugueses querem fazer próteses das espinhas de bacalhau

Um grupo de investigadores da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica do Porto quer aproveitar as espinhas de bacalhau para fazer próteses dentárias.

O grupo de investigadores submeteu as espinhas a temperaturas entre os 600 e os 1250 graus célsius e obteve um composto por hidroxiapatite e que pode servir para produzir próteses ósseas e dentárias.

Esta investigação é o resultado de uma parceria com as empresas Pascoal & Filhos e WeDoTech. Uma das responsáveis pela investigação, Paula Castro, referiu ao Público que este projeto também tem uma vertente ambiental: “Da maneira como a sociedade tem usado de forma crescente o fósforo, está também a colocar em causa a sua disponibilidade no futuro. Portanto há também a vantagem de reutilizar fósforo a partir de uma fonte natural.”

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