José Fausto Rivero Cruz, da Faculdade de Química, e os médicos veterinários Ángel López Ramírez e Adriana Correa Benítez são os responsáveis pela pesquisa cujo objetivo passa por fomentar o aproveitamento e uso de um recurso que é desperdiçado no México.
A equipa de cientistas comprovou os efeitos da substância sobre os microrganismos que causam as cáries e já conseguiram isolar alguns compostos que serves para as combater. Alguns compostos atuam sobre as enzimas Glicosiltransferasas de Streptococcus mutans, responsáveis pelo aumento na produção da placa bacteriana, e outros inibiram o crescimento das bactérias em diferentes focos. “Com estas descobertas é possível prevenir as cáries”, disse Rivero Cruz.