Os especialistas defenderam no Congresso International Sweeteners Association realizado em Bruxelas no início do mês que “deveria ser estabelecido um programa de saúde alimentar nas escolas onde no consumo de alimentos e bebidas com açúcar fosse substituído por adoçantes sem e de baixas calorias.”
Os médicos defenderam que os adoçantes de baixas calorias poderão representar uma ferramenta adicional no tratamento nutricional de pessoas com diabetes e obesidade e constituem um elemento chave no controle metabólico. Estes novos dados foram também publicados num documento de consenso intitulado “Decálogo sobre o uso e a segurança dos adoçantes de baixa e sem calorias”, divulgado durante o Congresso após publicação na revista Nutrição Hospitalar, revista científica de nutrição espanhola.
Este documento foi desenvolvido com o apoio de um grupo multidisciplinar de especialistas europeus em saúde e nutrição nas áreas de ciências (toxicologia, nutrição clínica, nutrição comunitária, fisiologia, bromatologia, saúde pública, cuidados de saúde primários, pediatria, endocrinologia e nutrição, enfermagem, assistência farmacêutica e legislação alimentar), que se reuniram com o apoio da Fundação para a Investigação Nutricional (FIN).