“Tudo o que aprendi durante este estágio levarei comigo para o resto da vida. Graças a este estágio sou hoje uma pessoa mais confiante e com novos horizontes. Foi uma verdadeira rampa de lançamento para o meu futuro profissional”. O relato faz parte da carta que Tony Domingues, estudante do 5º ano de Medicina Dentária na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade Fernando Pessoa, enviou a Hugo Madeira no final do estágio na Clínica de Implantologia Avançada.
“O ponto mais forte deste estágio foi sem dúvida todo o apoio e atenção que recebi de toda a equipa, desde assistentes e médicos dentistas até às pessoas do Staff. Desde o primeiro dia que todos se mostraram disponíveis a ajudar na minha integração, e rapidamente percebi que esta equipa é constituída por pessoas altamente profissionais, confiáveis e simpáticas, que baseiam as suas relações na amizade e na entreajuda, o que proporciona um ambiente de trabalho excelente”.
“Qualifico este estágio como sendo a experiência mais gratificante que tive até ao dia de hoje. Enquanto estudante de Medicina Dentária sempre tive a ambição de adquirir conhecimento que vai além dos programas lecionados na universidade, e de ver como é de facto o dia-a-dia de uma clínica com o estatuto da Clínica Hugo Madeira. Seria errado pensar que aquilo que nos é transmitido durante o curso é suficiente, dado que a Medicina Dentária engloba ciências, mecanismos e até filosofias que até então desconhecia. Foi com esse espírito de descoberta que decidi aceitar este desafio. E quando cá cheguei, apercebi-me logo que este estágio ultrapassaria todas as minhas expectativas. Vi-me confrontado com uma equipa extremamente jovem e eficaz, com uma doutrina de trabalho baseada na inovação e no rigor, tendo sempre em mente um único objetivo: restabelecer sorrisos e satisfazer as necessidades dos pacientes”.
Segundo Tony Domingues, na faculdade o curso é lecionado por docentes “de extrema qualidade e com grande capacidade de ensino. Porém, por falta de tempo é impossível que nos transmitam tudo o que têm para ensinar. O facto de acompanhar o dia-a-dia de uma clínica dentária de prestígio torna-se deveras importante pela existência de uma grande variedade de casos clínicos, dando a perceber que existem tipos de tratamentos que vão além do que aprendemos na universidade”.
No final, a experiência não podia ter sido mais positiva. “Quando concluí o meu estágio senti que tinha saído da clínica com uma bagagem de conhecimento enorme e com o coração cheio. Cresci enquanto futuro profissional e enquanto pessoa, pois vi um espírito de entreajuda que antes nunca tinha visto noutra clínica”.
As universidades estão desfasadas da realidade?
Devido ao número de solicitações que recebem para estágios, Hugo Madeira é o primeiro a admitir não conseguir aceitar estagiários com regularidade “porque isso iria interferir com o normal funcionamento da clínica”. A convivência com Tony Domingues provou a opinião que Hugo Madeira já tinha: “os alunos aprendem muito pouco nas universidades e inclusive são-lhes transmitidos ensinamentos e conteúdos desadequados para a realidade atual ou, mais especificamente, desadequados para a perspetiva de uma medicina dentária premium de excelência”.
“O Tony ficou surpreendido com alguns dos métodos, protocolos e técnicas de tratamento da nossa clínica. Foi interessante esse feedback, para podermos confirmar o nosso posicionamento e vanguardismo no que de melhor se faz em medicina dentária e do lado do Tony penso que conseguimos alargar os seus horizontes e ajudá-lo a afunilar as áreas de especialização que pretende seguir depois de terminado o curso”.
Para os jovens médicos dentistas a terminar os cursos, Hugo Madeira deixa uma mensagem: “Se este é o vosso sonho não deixem de acreditar, não deixem de sonhar e não pensem que aquilo que aprendem na faculdade é verdade absoluta, há muito mais além disso. As universidades facultam conhecimentos um pouco limitados e muito teóricos, depois do curso é preciso investigar, estudar muito, conhecer a medicina dentária que se faz noutros países, conhecer outras perspetivas. Ter também em mente que este é um ramo que está em constante mudança e desenvolvimento e que aquilo que aprendem na faculdade hoje pode não se adequar à medicina dentária de amanhã”.
“Por outro lado, e como todos sabemos, o enorme número de médicos dentistas em Portugal gera cada vez mais competição e consequentemente os pacientes começam a estar mais informados e exigentes. Se se quiserem destacar de entre os cerca de 8000 dentistas portugueses precisam de trabalhar arduamente e pensar um pouco out of the box”.