Numa primeira fase os cientistas usaram dentes de crianças e de macacos que foram amamentados, para assim testar o método. Entre outras descobertas, os investigadores descobriram que os níveis de bário refletem a transição entre uma dieta de leite materno e outros alimentos.
Na segunda fase da investigação, esta técnica foi aplicada a fósseis de dentes de Neandertais. A análise demonstrou um padrão de alimentação de leite materno por sete meses, seguida de outros sete meses de uma alimentação à base de leite materno e outros alimentos.
Depois desta fase, os níveis de esmalte de bário voltaram aos mesmos que na fase pré-natal, o que indica uma cessação abrupta da amamentação por volta de um ano e dois meses de idade.


