“Os pacientes visitam os seus dentistas com regularidade para salvar os seus dentes, não para sacrificar os dentes para aplicar implantes. Não estaremos a passar a mensagem errada?”, questionam os especialistas no artigo.
“A falta de supervisão científica tem permitido às empresas introduzirem novos produtos, designs e conceitos por baixo do radar científico. Além disso, no passado passava-se cerca de quatro anos nas escolas a aprender competências que permitissem salvar dentes. Mas de repente tudo isso mudou. Porquê passar tanto tempo a tentar salvar dentes quando estes se podem remover e colocar um implante? Este tipo de pensamento parece ser contagioso entre os médicos dentistas hoje em dia.”
Os especialistas concluem referindo que os médicos dentistas devem voltar ao básico e “aprender a salvar os dentes em primeiro lugar, para que os pacientes possam manter o maior número possível de dentes naturais”.
Nota: Ler o artigo na íntegra aqui. [1]