Segundo comunicado da APMDH, com a assinatura deste protocolo o país fica munido de uma equipa e intervenção de risco verdadeiramente multidisciplinar e completa além de colocar «um ponto final numa lacuna na forma como a classe dos médicos dentistas são encarados pelo sistema hospitalar e pela sociedade em si».
Assim, esta união de esforços entre a APMDH e a GTE permite que os médicos dentistas sejam alvo de formação e informação nas áreas directamente ligadas à emergência, ao trauma e as situações de catástrofe.
João Leite Moreira, presidente em exercício da APMDH, afirma que «o contributo da medicina dentária para a saúde da população não se esgota no seu exercício como profissão liberal. O médico dentista tem de actuar no futuro como um importante agente de promoção integral da saúde, envolvendo-se activamente nas actividades de prevenção e tratamento de todas as doenças». Segundo o responsável «só deste modo poderá estabelecer uma relação mais estreita com toda a comunidade médica, tendo como objectivo último o tratamento e o bem-estar dos doentes».
O GTE é uma associação cujo principal objectivo é dar resposta à formação nas áreas de trauma, emergência e catástrofe.