A notícia, vinculada pelo jornal Público, dá conta de uma proteína presente nas células tumorais da mama, a Jagged1, que dá “instruções” para as células ósseas se “autodestruírem” quando ocorre a metastização. O Público explica que “o que a proteína Jagged1 faz, ao ligar-se a recetores presentes nas células responsáveis pela regeneração óssea, é ativar uma cascata de sinais moleculares dentro dessas células (o chamado Notch signalling pathway), que acabam por perturbar o seu normal funcionamento”.
O responsável pela equipa de cientistas, Yibin Kang, afirma que os resultados do estudo “sugerem que poderá haver novas formas de tratamento”, o que poderia permitir “neutralizar o poder destrutivo de Jagged1″. Apesar disso, atualmente “não temos muitos tratamentos para oferecer às doentes. (…) Os médicos conseguem aliviar os sintomas destes cancros ósseos, mas pouco mais”, esclarece o cientista.