Neste estudo, os participantes escovaram os dentes duas vezes por dia com uma de três escovas de dentes elétricas distribuídas de forma aleatória, e com pastas de dentes que não eram anti micróbios.
As cabeças das escovas de dentes estiveram expostas a cinco microrganismos orais, incluindo streptococci oral e Fusobacterium. Depois de um período de três semanas, os investigadores concluíram que as contagens de micróbios eram significativamente mais baixas nos grupos que usaram escovas de dentes com cabeças sólidas do que nos grupos que usaram escovas com cabeças ocas.
“As embalagens da maioria das escovas de dentes elétricas não especificam se a escova tem uma cabeça oca ou uma cabeça mais sólida. A melhor maneira de identificar um design mais sólido é através da conexão entre o corpo da escova e da cabeça. Obviamente haverá algum espaço para conectar as duas partes, mas uma significativa parte será sólida”, referem os investigadores.