Esta é a conclusão de um estudo recente (2010) que Miguel Meira e Cruz vai apresentar no SLEEP 2011 em Junho, em Mineapolis, EUA, e onde ficou demonstrado que mesmo com dispositivos orais pré-fabricados – que por serem mais baratos, são mais acessíveis a grande parte dos doentes – foi possível “diminuir o índice de apneias, de dessaturações de oxigénio, a sonolência excessiva de doentes com apneias ligeiras e melhorar a qualidade do sono profundo. “Isto é fantástico porque, além de eficazes, estes dispositivos que os dentistas prescrevem e colocam são de facto os preferidos pelos doentes” pelos custos mais baixos, referiu Miguel Meira e Cruz. De recordar que o I Congresso de Medicina Oral do Sono terá lugar em Lisboa no próximo dia 17 de setembro.